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Dicas para fazer uma boa redação! #1

Hoje em dia a Redação tem sido um bicho papão, mas isso não é nenhuma novidade, pois fazer uma boa redação é um ato sofrível para muitas pessoas.

Em primeiro lugar, ouso desconstruir algumas ideologias em voga há muito tempo no Brasil. Uma delas é a tal “universidade para todos”, essa utopia, é uma falácia, pois sabemos que somarmos todas as vagas disponíveis ano a ano em todas as faculdades existentes hoje no Brasil, recorremos a citação publicada no G1 em 2017:

Em 2017, o Brasil tinha 48,5 milhões de pessoas com idade entre 15 e 29 anos, mas 11,1 milhões delas não trabalhavam e também não estavam matriculadas em uma escola, faculdade, curso técnico de nível médio ou de qualificação profissional. (G1, 2017) Grifo nosso.

Comparemos a citação acima com esse relato estatístico:

O Brasil conta hoje com um amplo e descentralizado sistema de educação superior. No total, o país possui 2.407 instituições de ensino superior, que oferecem 34.366 cursos de graduação em todas as regiões. Os dados constam no Censo da Educação Superior 2016, divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 31 de agosto de 2017. (DWIH, 2017)  Grifo nosso.

Contra fatos não há argumentos é uma máxima bem conhecida. Logo se você é um estudante que está perto de finalizar o nível médio, ou se está dentro da faixa de idade acima, logo você pode se considerar um felizardo! Com base nisto, persista, esqueça a ideia de desistir de estudar, haja vista que se compararmos as 48,5 milhões de cidadãos e os  34.366 numa base hipotética de 20 vagas teremos 687.320 vagas totais. A desproporção é evidente e gritante. Então relaxe, com base na máxima de que: “O desejo é oração”, logo se corrermos atrás e nos esforçarmos, a redação não será um obstáculo. A equipe da Bem Normalizar, publicará aqui no blog dicas simples como essa: 

DICA 1: LEIA MAIS procure ler bons livros, jornais. Pode ser artigos de jornais e revistas publicados na Internet. Não vale textão das redes sociais que não tenha passado por uma editoração confiável de algum veículo de comunicação midiática, por que a qualidade do português usado nos textos e comentários das publicações da maioria dos usuários, não serve de parâmetro para uma das principais vantagens da leitura: adquirir e ampliar seu vocabulário.

DICA 2: MELHORE SEU VOCABULÁRIO URGENTE. 
Vamos a uma brincadeira teste desenvolvido pela plano pedagógico da Bem Normalizar, anote no relógio ou cronômetro 3 min, e com papel e um objeto escrevente, escreva palavras iniciando com a letra p. Veja quantas palavras você conseguiu lembrar e escrever. Aqui propomos o seguinte gabarito, faça o teste e fique a vontade para deixar um comentário:

10 a 20 palavras – ruim tem que melhorar muito e ler mais.
21 a 30 palavras – é tá bonzinho! Precisas melhorar!

31 a 40 páginas – você tem um bom vocabulário, continue gostando de ler.
Mais de 41 páginas – você gosta de ler e tem um excelente vocabulário.

O texto ficou um pouco longo, então vou encerra-lo por aqui. Deixo mais uma dica, anote aí, copie e colecione-as. Imprimi-las e colocar na parede de seu quarto ou num muralzinho improvisado também está valendo, o importante é decorar estas dicas que daremos ao longo das postagens desta série sobre como melhorar sua redação. Deixamos um exercício de fixação que consta do seguinte: como o quadro abaixo mostra a forma errada de dizer as palavras, faça uma lista própria sua, onde você deverá escrever as palavras certas correspondentes. Use o Google como Dicionário. Terminado esse exercício você além de evitar falar as palavras do quadro de modo errado, vai aumentar um pouquinho seu vocabulário.

ghfr

Fontes: G1 – Cresce o número de jovens entre 15 e 29 anos que não estudam nem trabalham
DWIH Brasil – Centro Alemão de Ciência e Inovação São Paulo
O autor Jackson Guterres estudou Letras na FAPA, Economia e Matemática Computacional na UFRGS, Licenciatura na PUC, Engenharia de Energia na UERGS, tendo graduação em Arquivologia na FABICO/UFRGS e Pós-Graduação em Saúde e Espiritualidade pela Faculdade Monteiro Lobato, atualmente é Servidor Público do Judiciário Federal.

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